Sputnik 1: o primeiro satélite artificial
Em 4 de outubro de 1957, a União Soviética colocou em órbita uma esfera metálica com um rádio transmissor e abriu a era espacial, com efeitos políticos imediatos nos Estados Unidos.
Do primeiro foguete de combustível líquido às missões mais recentes: uma linha do tempo interativa com datas, resultados e fontes conferidas.
Em 4 de outubro de 1957, a União Soviética colocou em órbita uma esfera metálica com um rádio transmissor e abriu a era espacial, com efeitos políticos imediatos nos Estados Unidos.
Em 12 de abril de 1961, Yuri Gagarin deu uma volta completa ao redor da Terra a bordo da Vostok 1, em um voo de cerca de 108 minutos que inaugurou a era dos voos espaciais tripulados.

Em julho de 1969, Neil Armstrong e Buzz Aldrin pousaram o módulo Eagle no Mar da Tranquilidade e caminharam na superfície lunar, enquanto Michael Collins aguardava em órbita.

As gêmeas Voyager 2 e Voyager 1 foram lançadas em agosto e setembro de 1977, visitaram os planetas gigantes e se tornaram as únicas sondas a operar fora da heliosfera.

Lançado pelo Discovery em 24 de abril de 1990, o Hubble foi colocado em órbita no dia seguinte, revelou um defeito no espelho e só ganhou a nitidez planejada após a missão de reparo de 1993.

Lançado em 25 de dezembro de 2021 por um Ariane 5, o Webb desdobrou espelho e protetor solar no caminho e chegou ao ponto L2, de onde observa o universo em infravermelho.

A Chandrayaan-3, da ISRO, pousou em 23 de agosto de 2023 na região polar sul da Lua, colocou o rover Pragyan em movimento e fez medições no local durante um dia lunar.
Lançado em 28 de fevereiro de 2021 pelo PSLV-C51 da ISRO, o Amazonia-1 é o primeiro satélite de observação da Terra projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil.
Da órbita da Terra ao espaço profundo, cada destino reúne as missões que o exploraram.
A camada de ar que envolve a Terra, a fronteira convencional do espaço a 100 km e os voos que sobem até lá sem completar uma órbita: como foram explorados e por que ainda importam.
A região ao redor do planeta onde vivem satélites, telescópios e estações espaciais: do Sputnik 1 à Estação Espacial Internacional, o primeiro grande destino do voo espacial.
O único corpo além da Terra visitado por seres humanos: dados físicos da Lua, as missões que a exploraram, de Luna 2 a Chandrayaan-3, e o que ela ensina sobre o Sistema Solar.
O planeta vermelho, com sinais de um passado mais úmido, é o alvo mais visitado do Sistema Solar depois da Lua: dados físicos, das sondas Viking aos veículos Curiosity e Perseverance.
O planeta de tamanho parecido com o da Terra e superfície escaldante: dados físicos de Vênus e as missões que o revelaram, de Mariner 2 e Venera 7 a Magellan.
O menor e mais interno planeta do Sistema Solar, de dias longos e temperaturas extremas: dados físicos e as duas missões da NASA que o exploraram, Mariner 10 e MESSENGER.
O maior planeta do Sistema Solar e seu séquito de luas, incluindo Europa e Io: dados físicos e as missões Voyager, Galileo e Juno que revelaram esse sistema.
O planeta dos anéis e suas luas, como Titã e Encélado: dados físicos de Saturno e as missões Voyager e Cassini-Huygens que mudaram o que se sabe sobre esse sistema.
Os corpos menores que guardam a matéria original do Sistema Solar: o que são cometas e asteroides, as missões Giotto, Rosetta, DART e OSIRIS-REx e por que interessam à ciência e à defesa planetária.
A estrela que sustenta o Sistema Solar: dados físicos do Sol, o que observatórios como o SOHO e a sonda Parker Solar Probe revelaram, e por que estudá-lo importa para a vida na Terra.
O mundo gelado de Plutão e a região de corpos congelados além de Netuno: dados físicos, a descoberta do cinturão e o sobrevoo da sonda New Horizons em 2015 e em 2019.
As regiões muito além da Terra e da Lua, do espaço interplanetário ao interestelar: como as Voyager chegaram lá, o que o telescópio James Webb observa a 1,5 milhão de km e por que importa.
Satélites, cooperação com a China, o Centro de Lançamento de Alcântara e o voo do primeiro astronauta brasileiro à Estação Espacial Internacional.
Em 3 de agosto de 1961, o Decreto nº 51.133 criou, no CNPq, o GOCNAE, embrião do INPE e primeiro órgão federal dedicado a propor a política espacial brasileira.
Aprovada em 1979, a MECB reuniu o projeto de quatro satélites, de um veículo lançador e da infraestrutura de solo, com divisão de tarefas entre o INPE e o Ministério da Aeronáutica.
Assinado em 6 de julho de 1988, o acordo Brasil-China resultou no CBERS-1, lançado em 14 de outubro de 1999 de Taiyuan, o primeiro satélite de sensoriamento remoto do programa.
Em 9 de fevereiro de 1993, o SCD-1, de 115 kg, foi lançado por um foguete Pegasus e se tornou o primeiro satélite projetado, construído e operado no Brasil, coletando dados ambientais.
A Lei nº 8.854, de 10 de fevereiro de 1994, criou a Agência Espacial Brasileira, autarquia civil que herdou as atribuições e os compromissos da COBAE e passou a coordenar o setor.

Em 22 de agosto de 2003, o protótipo VLS-1 V03 sofreu um acidente em Alcântara (MA), com funcionamento não previsto de um propulsor, e causou a morte de 21 técnicos e engenheiros do programa espacial brasileiro.

Lançado na Soyuz TMA-8 em 30 de março de 2006, o tenente-coronel Marcos Pontes foi o primeiro brasileiro no espaço e passou oito dias na Estação Espacial Internacional.
Lançado em 28 de fevereiro de 2021 pelo PSLV-C51 da ISRO, o Amazonia-1 é o primeiro satélite de observação da Terra projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil.
Missões futuras ficam em seção própria, identificadas como planejadas e com data de atualização. Tratamos datas como previsões das agências, nunca como fatos.
Ver missões planejadasTextos didáticos sobre lançamentos, órbitas, telescópios, estações espaciais e sondas planetárias.
Ler os guiasDatas e resultados vêm de fontes oficiais listadas em cada página. Erros são corrigidos de forma pública.
Conheça a política editorialA história espacial costuma ser contada em fragmentos: o primeiro satélite aqui, o pouso na Lua ali, uma sonda distante em outro lugar. Reunir esses marcos em uma única linha do tempo ajuda a enxergar as conexões. O Sputnik 1 abriu a corrida que levou Yuri Gagarin à órbita, que preparou o caminho das missões Apollo, que por sua vez deram origem às estações espaciais e às sondas que hoje deixam o Sistema Solar.
O Excelsior TX nasceu para organizar essa história com clareza e verificação. Cada acontecimento tem uma página própria, com resumo, objetivo, resultado, participantes e a lista das fontes usadas. Não pedimos que você confie em nós: mostramos de onde vem cada informação, para que você mesmo possa conferir.
Na linha do tempo, é possível filtrar por década, agência, destino, país e tipo de missão. Nas páginas de agências espaciais, você conhece quem planeja e opera as missões. Em destinos, encontra o que já se sabe sobre a Lua, Marte, Vênus e outros mundos. Os guias explicam conceitos como órbitas, lançamentos e telescópios sem exigir conhecimento prévio.
O programa espacial brasileiro recebe atenção especial. Satélites como o SCD-1 e o Amazonia-1, a parceria com a China no programa CBERS, o Centro de Lançamento de Alcântara e o voo do astronauta Marcos Pontes fazem parte da mesma história e merecem o mesmo cuidado de verificação que as grandes missões internacionais.
Missões que ainda não aconteceram ficam em uma seção separada e sempre aparecem identificadas como planejadas, com a data da última atualização. As datas vêm das agências responsáveis e mudam com frequência. Por isso, tratamos qualquer data futura como previsão, e não como fato.
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